terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Evangelho de Mateus - Capítulo 6

 

Capítulo 6

1.    Atentai que não façais vossa esmola perante os homens para que deles sejais vistos; doutra maneira, não tereis galardão acerca de vosso Pai que está nos céus. (ESE, 13, 1)

2.    Portanto, quando fizeres esmola, não façais tocar trombetas diante de ti, como fazem nas sinagogas e nas ruas os hipócritas, para pelos homens serem estimados. Em verdade vos digo, que já têm seu galardão. (ESE, 13, 1)

3.    Mas quando tu fizeres esmola, não saiba tua [mão] esquerda o que faz a tua direita. (ESE, 13, 1)

4.    Para que a tua esmola seja em oculto, e teu Pai, que vê em oculto, Ele te renderá em público. (ESE, 13, 1)

5.    Quando orares, não seja como os hipócritas, porque folgam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das ruas, para pelos homens serem vistos. Em verdade vos digo, que já têm seu galardão. (ESE, 27, 1)

6.    Mas tu, quando orares, entra em teu quarto e, fechando tua porta, ora a teu Pai que está oculto, e teu Pai que vê em oculto, Ele te renderá em público. (ESE, 27, 1)

7.    E orando não useis palavras vãs como os outros povos que cuidam que, por seu muito falar, hão de ser ouvidos. (ESE, 27, 1)

8.    Não vos façais, entretanto, semelhantes a eles, que vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vos lhe peçais. (ESE, 27, 1)

9.    Vós outros, portanto, orareis assim: Pai nosso que [estás] no céu, santificado seja o teu nome.

10.Venha o teu reino. Seja feita a tua vontade [assim] na Terra como no Céu.

11.O pão nosso de cada dia nos dê hoje.

12.Perdoa-nos nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.

13.Não nos coloque em tentação, mas livrai-nos do mal, porque teu é o reino, o poder e a glória, para todos sempre. Amém.

14.Porque se aos homens perdoardes suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará. (ESE, 10, 2)

15.Mas se aos homens não perdoardes suas ofensas, tão pouco vos perdoará vosso Pai vossas ofensas. (ESE, 10, 2)

16.Quando jejuardes, não vos mostreis tristonhos, como os hipócritas, que desfiguram seus rostos para aos homens parecerem que jejuam. Em verdade vos digo, que já têm seu galardão.

17.Porém tu, quando jejuares, unge tua cabeça e lava teu rosto.

18.Para aos homens, não parecer que jejuas, mas sim a teu Pai que está em oculto e teu Pai que vê em oculto, Ele te renderá em público.

19.Não vos ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo corrompe e onde os ladrões minam e roubam. (ESE, 25, 6)

20.Mas ajuntai-vos tesouros no céu, aonde a traça e a ferrugem não corrompem e aonde os ladrões não minam nem roubam. (ESE, 25, 6)

21.Porque onde vosso tesouro estiver, ali estará também vosso coração. (ESE, 25, 6)

22.A lanterna do corpo é o olho; assim, se teu olho for sincero, todo teu corpo será luminoso.

23.Porém se teu olho for maligno, todo teu corpo será tenebroso. Assim, se a luz que em ti há são trevas, quantas serão as [mesmas] trevas?

24.Ninguém pode servir a dois senhores; pois ou há de aborrecer a um e amar ao outro; ou há de se chegar a um e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

25.Portanto vos digo, não andeis solícitos por vossa vida, que haveis de comer, ou que haveis de beber, nem por vosso corpo que haveis de vestir. Não é a vida mais que o mantimento e o corpo mais que o vestuário? (ESE, 25, 6)

26.Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros, e [contudo] vosso Pai celestial as alimenta. Não sois vós muito melhores que elas? (ESE, 25, 6)

27.Mas qual de vós outros poderá, com [toda] sua solicitude, acrescentar meio metro à sua estatura? (ESE, 25, 6)

28.Pelo vestuário, por que andais solícitos? Atentai para os lírios do campo, como vão crescendo; nem trabalham, nem fiam. (ESE, 25, 6)

29.E vos digo, que nem Salomão, com toda sua glória, foi vestido como um deles. (ESE, 25, 6)

30.Pois se Deus assim veste a erva-do-campo, que hoje é, e amanhã se lança no forno, não vos vestirá muito mais a vós, acanhados na fé? (ESE, 25, 6)

31.Não andeis, portanto, solícitos, dizendo: que comeremos ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (ESE, 25, 6)

32.Porque a todas estas coisas buscam os outros povos; pois bem sabe vosso Pai celestial que de todas estas coisas necessitais. (ESE, 25, 6)

33.Mas buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas. (ESE, 25, 6)

34.Não andeis solícitos pelo dia de amanhã, porque a manhã terá bom cuidado de si mesma. Basta a [cada] dia sua aflição. (ESE, 25, 6)


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Evangelho de Mateus - Capítulo 7

 

Capítulo 7

1.    Não julgueis, para que não sejais julgados. (ESE, 10, 11)

2.    Porque com o juízo que julgares, sereis julgados; e com a medida que medirdes, vos tornarão a medir. (ESE, 10, 11)

3.    Por que atentas tu para a serragem[1] que está no olho de teu irmão e não enxergas o cavaco que em teu olho está? (ESE, 10, 9)

4.    Ou como dirás tu a teu irmão: deixa-me tirar de teu olho a serragem e eis que há um cavaco em teu olho? (ESE, 10, 9)

5.    Hipócrita, tira primeiro o cavaco do teu olho e então tentarás tirar a serragem do olho de teu irmão. (ESE, 10, 9)

6.    Não deis as coisas santas aos cães e nem lanceis vossas pérolas diante dos porcos; para que com seus pés não as venham a pisar e, virando-se, vos despedacem.

7.    Pedi e dar-vos-ão, buscai e achareis, batei e abrir-vos-ão. (ESE, 25, 1)

8.    Porque qualquer que pede, recebe; e qualquer que busca, acha; e a qualquer que bate, se lhe abre. (ESE, 25, 1)

9.    Qual de vós será o homem que a seu filho dará uma pedra, ele pedindo-lhe pão? (ESE, 25, 1)

10.Ou se lhe pedir peixe, lhe dará uma serpente? (ESE, 25, 1)

11.Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está no Céu, dará bens aos que lhe pedirem? (ESE, 25, 1)

12.Portanto, tudo o que vós quiserdes que os homens vos façam, fazei-lhes vós também da mesma maneira, porque esta é a lei e os profetas. (ESE, 11, 2)

13.Entrai pela porta estreita, porque a porta larga é o caminho espinhoso, o que leva à perdição, e muitos são os que por ela entram. (ESE, 18, 3)

14.Porque estreita é a porta e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a achem. (ESE, 18, 3)

15.Porém, guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós outros vestidos de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. (ESE, 21, 2)

16.Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? (ESE, 21, 2)

17.Assim, toda boa árvore dá bons frutos, mas a árvore podre dá maus frutos. (ESE, 21, 2)

18.Não pode a boa árvore dar maus frutos, nem a árvore podre dar bons frutos. (ESE, 21, 2)

19.Toda árvore que não dá bom fruto, é cortada e lançada no fogo. (ESE, 21, 2)

20.Assim, por seus frutos os conhecereis. (ESE, 21, 2)

21.Não é qualquer que me diz: Senhor, Senhor; entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. (ESE, 18, 6)

22.Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor; nós não havemos profetizado em teu nome? Em teu nome não havemos lançado fora os demônios? Em teu nome não fizemos muitos milagres? (ESE, 18, 6)

23.Então claramente lhes direi: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, obradores de maldade. (ESE, 18, 6)

24.Portanto, qualquer que ouve estas palavras e as guarda, compará-lo-ei ao homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. (ESE, 18, 7)

25.E desceu a chuva, vieram rios, assopraram ventos e combateram aquela casa, mas não caiu, porque estava fundada sobre rocha. (ESE, 18, 7)

26.Mas qualquer que ouve estas palavras e não as guarda, compará-lo-ei ao homem insensato que edificou sua casa sobre areia. (ESE, 18, 7)

27.E desceu a chuva, vieram rios, assopraram ventos e combateram aquela casa, então caiu e foi grande sua queda. (ESE, 18, 7)

28.Aconteceu que acabando Jesus estas palavras, admiravam-se as pessoas de sua doutrina.

29.Porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.

 



[1] No original: ‘argueiro’, ‘serragem’ bem conhecido de Jesus como carpinteiro.


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Evangelho de Mateus - Capítulo 8

 

Capítulo 8

1.    E descendo do monte, seguiram-no muitas pessoas. (ESE, 13, 2)

2.    Eis que veio um leproso e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, bem me podes limpar. (ESE, 13, 2)

3.    Estendendo Jesus a mão, o tocou, dizendo: quero, sê limpo. E logo sua lepra foi limpa. (ESE, 13, 2)

4.    Então lhe disse Jesus: Olha que não o digas a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote e oferece o presente que Moisés ordenou, para que lhes conste. (ESE, 13, 2)

5.    Entrando Jesus em Cafarnaum, veio [a ele] o centurião, rogando-lhe;

6.    Dizendo: Senhor, o meu moço jaz em casa paralítico, gravemente atormentado.

7.    Jesus lhe disse: eu irei e o sararei.

8.    Ponderando o centurião, disse: Senhor, não sou digno que entres debaixo do meu telhado, mas diga somente uma palavra e meu moço sarará.

9.    Porque também eu sou homem debaixo de poder [dos outros] e tenho soldados abaixo de mim e digo a este: vai, e vai; a outro: vem e vem; e a meu servidor: faz isso, e faz.

10.E ouvindo Jesus [isto] admirou-se e disse aos que [o] seguiam: Em verdade vos digo, que nem ainda em Israel achei tamanha fé.

11.Mas eu vos digo, que muitos virão do oriente e do ocidente, e assentar-se-ão à mesa no Reino dos Céus com Abraão, Isaque e Jacó.

12.Os filhos do reino serão lançados nas trevas de fora. Ali será o pranto e o tremor de dentes.

13.Então disse Jesus ao centurião: Vai e assim como creste, te seja feito. E naquele mesmo instante foi seu moço curado.

14.E indo Jesus à casa de Pedro, viu sua sogra deitada e com febre.

15.Tocou-lhe na mão e a febre a deixou; e levantou-se e servia-os.

16.Como já era tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados e lançou-lhes fora os Espíritos [malignos] com a palavra; sarou a todos os que se achavam mal.

17.Para que se cumprisse o que estava dito pelo profeta Isaías, que disse: Ele tomou nossas enfermidades e levou [sobre si] nossas doenças.

18.Vendo Jesus muitas pessoas ao redor de si, mandou que passassem à outra margem.

19.Chegando-se um escriba a ele, disse-lhe: Mestre, aonde quer que fores te seguirei.

20.Jesus lhe disse: As raposas têm covis e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde encostar a cabeça.

21.Outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, dai-me licença que vá primeiro enterrar o meu Pai.

22.E Jesus lhe disse: Segue tu a mim e deixa aos mortos enterrar seus mortos.

23.Entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.

24.Eis que se levantou uma tão grande tormenta no mar que o barco se cobria das ondas, e ele estava dormindo.

25.Chegando seus discípulos, o acordaram, dizendo: Senhor, salva-nos que nos perderemos!

26.Ele lhes disse: Por que temeis, acanhados na fé? Então levantando-se, reprendeu aos ventos e ao mar, e houve grande bonança.

27.Os homens se maravilharam, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?

28.Quando passou para a outra margem, à província dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, que saíram dos sepulcros, tão ferozes que ninguém podia passar por aquele caminho.

29.Eis que clamaram, dizendo: Que temos contigo, Jesus, filho de Deus? Vieste aqui nos atormentar antes do tempo?

30.Longe deles, estava pastando uma grande manada de porcos.

31.Os diabos lhe rogaram, dizendo: Se nos lançares fora, permite-nos que entremos naquela manada de porcos.

32.Disse-lhes: Ide. E saindo eles, entraram na manada de porcos; e eis que toda aquela manada se precipitou no mar e morreram nas águas.

33.Então os porqueiros fugiram e chegando à cidade, contaram estas coisas, e o que [acontecera] aos endemoninhados.

34.Eis que toda aquela cidade saiu ao encontro de Jesus e vendo-o, rogaram que se retirasse de seus limites.


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Evangelho de Mateus - Capítulo 9

 

Capítulo 9

1.    Então entrando no barco, passou da outra margem e foi à sua cidade. E eis que lhes trouxeram um paralítico em cima de uma cama.

2.    E vendo Jesus a fé deles, disse ao paralítico: Tem bom ânimo, filho, teus pecados te são perdoados.

3.    Eis que alguns escribas diziam dentro de si mesmo: Este blasfema.

4.    Mas vendo Jesus seus pensamentos, disse: Por que pensais mal em vossos corações?

5.    Qual é mais fácil dizer? Teus pecados te são perdoados. Ou dizer: Levanta-te e anda?

6.    Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem autoridade na terra para perdoar os pecados, {disse então ao paralítico} levanta-te, toma tua cama e vai para tua casa.

7.    Então levantou-se e foi para sua casa.

8.    E vendo as pessoas [isto] se admiravam e glorificaram a Deus, que tal autoridade tivesse dado aos homens.

9.    Passando Jesus dali, viu a um homem assentado na alfândega, o qual se chamava Mateus e disse-lhe: Segue-me. E levantando-se ele, o seguiu.

10.Aconteceu que estando Jesus assentado em casa [de Mateus] à mesa, eis que vieram muitos publicanos e pecadores, e se assentaram juntamente à mesa com Jesus e seus discípulos. (ESE, 24, 11)

11.E vendo [isto] os fariseus disseram a seus discípulos: Por que come vosso Mestre com publicanos e pecadores? (ESE, 24, 11)

12.Ouvindo Jesus [aquilo] lhes disse: Os que tem saúde não necessitam de médicos, mas sim os que estão doentes. (ESE, 24, 11)

13.Mas ide e aprendei, que coisa é: misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar aos justos, mas sim aos pecadores a que se convertam.

14.Então vieram a ele os discípulos de João, dizendo: Por que nós e mais os fariseus jejuamos muitas vezes e teus discípulos não jejuam?

15.Jesus lhe disse: Porventura podem os que estão no casamento andar tristonhos, enquanto o esposo com eles está? Mas dias virão quando o esposo lhes for tirado, então jejuarão.

16.Também ninguém coloca remendo de pano novo em vestuário velho, porque o tal remendo puxa do vestuário e faz-se pior a rotura.

17.Nem colocam o vinho novo em odres velhos, doutra maneira os odres se rompem e o vinho se derrama, e os odres se perdem; mas colocam o vinho novo em odres novos e ambos juntamente se conservam.

18.Dizendo ele estas coisas, eis que veio um principal e adorou-o, dizendo: Minha filha faleceu ainda agora, mas vem e põem tua mão sobre ela e viverá.

19.Levantando-se Jesus, o seguiu e mais seus discípulos.

20.Eis que uma mulher enferma de um fluxo de sangue, havia doze anos, veio por de trás e tocou a borda de seu vestuário.

21.Porque dizia entre si: Se eu tão somente tocar seu vestuário, ficarei sã.

22.Então virou-se Jesus e vendo-a disse: Tem bom ânimo, filha, tua fé te salvou. E deste o mesmo instante ficou a mulher sã.

23.E vindo Jesus a casa daquele principal, e vendo os tangedores das flautas e as pessoas que faziam grande alvoroço.

24.Disse-lhes: Afastai-vos, porque a moça não está morta, mas dorme. E zombavam dele.

25.Quando as pessoas foram lançadas fora, entrou e pegou-lhe pela mão, é a moça se levantou.

26.Correu esta fama por toda aquela terra.

27.Passando Jesus dali, seguiram-no dois cegos clamando e dizendo: Tem compaixão de nós, filho de Davi.

28.Quando chegou em casa, vieram os cegos a ele. E disse-lhes Jesus: Credes vós que posso fazer isso? Eles lhe disseram: Sim Senhor.

29.Então lhes tocou os olhos, dizendo: Conforme a vossa fé se vos faça.

30.Os olhos se lhes abriram. E Jesus vedava-lhes rigorosamente dizendo: Olhai que o não saiba ninguém.

31.Mas saídos eles, divulgaram sua fama por toda aquela terra.

32.Em eles saindo, eis que lhe trouxeram um homem mudo e endemoninhado.

33.Quando o diabo foi lançado fora, falou o mudo. E as pessoas se admiravam, dizendo: Nunca tal se viu em Israel.

34.Mas os fariseus diziam: Pelo principal dos demônios lança fora aos demônios.

35.Jesus rodeava por todas as cidades e aldeias, ensinando em suas sinagogas e pregando o Evangelho do reino, sarando toda enfermidade e todo mal entre o povo.

36.E vendo as pessoas, moveu-se de íntima compaixão delas, porque andavam desgarradas e espalhadas, como ovelhas que não têm pastor.

37.Então disse a seus discípulos: Grande é em verdade a seara, porém são poucos os obreiros.

38.Portanto, roguem ao Senhor da seara que impulsione obreiros à sua seara.


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